Funciona dentro do Telegram
Um paywall,dentro do Telegram.
Dê preço ao que você já tem: um grupo, um curso, um arquivo, uma caixa de café. Dois passos e você tem um link de cobrança decente — com o seu nome, o seu logo, a sua cor. Não os nossos.
Se você sabe mandar mensagem no Telegram, sabe fazer isso. Nada para instalar, nada para cadastrar, e o dinheiro cai na sua própria carteira.
Entrou, saiu, ficou registrado — e o app dele nunca precisou saber.
Por que isso é novo
O Telegram nunca soube receber dinheiro.
Cobrar dentro do Telegram sempre significou tirar as pessoas de lá: para um site, para um formulário de cartão, para o checkout de outra pessoa — e torcer para voltarem. A maioria não volta. Dentro do Telegram não havia nada que recebesse e entregasse no mesmo fôlego.
O novo é isso. O pagamento e a entrega acontecem onde o seu comprador já está, no aplicativo que ele já tem aberto. E o dinheiro cai numa carteira que só você mexe.
Ninguém sai de lugar nenhum
Sem navegador, sem redirecionamento, sem formulário de cartão, sem conta para criar. Aquela aba de onde talvez não voltem simplesmente não existe.
Ninguém no meio
Entre você e o seu comprador, ninguém encosta nesse dinheiro. Dele direto para a sua carteira. Não dá para congelar, estornar nem segurar.
Nada para construir
A tranca, o pagamento e a entrega são a mesma coisa. Não há back-end para escrever, porque não existe back-end.
Como funciona
Dois passos. O resto anda sozinho.
- 1
Diga ao bot o que você vende
Dois campos numa conversa do Telegram: o que o comprador recebe e quanto custa. Uns trinta segundos.
- 2
Ponha o link onde as pessoas vejam
Um canal, um post, a sua bio, um QR code na parede, ou um botão dentro de um app que você mesmo fez.
E acabou. Tocam, pagam, o dinheiro entra na sua própria carteira, e o que você deixou pronto chega até eles um segundo depois. Você não precisa estar por perto, e não mexe mais nisso.
você configura e compartilha o link
nenhuma, a não ser que você queira
do zero a um link que dá para publicar
O que isso torna possível
Coisas pelas quais ontem você não conseguia cobrar.
O grupo que você já toca
Quatro mil pessoas num canal gratuito. Abra ao lado uma sala paga pelo preço de um café por mês: o link de convite sai assim que pagam, e você não manda nenhum na mão.
Aquele link na sua bio
Um link do Telegram para um pacote de presets, um modelo, uma biblioteca de samples. Sem montar loja, sem deixar um décimo com a plataforma, sem esperar quinze dias para ver o dinheiro.
O Mini App que você construiu
Vinte mil pessoas usando de graça. Tranque a metade boa atrás de um atributo e já é um negócio — sem escrever fluxo de pagamento, sem tabela de quem pagou.
O curso que você dá
Venda semana a semana em vez de tudo de uma vez. Cada semana com seu preço, e cada comprador recebe o link da sua semana assim que o pagamento passa.
O acervo que ninguém alcança
Dois anos de posts, gravações ou pesquisa dormindo num canal. Dê preço ao antigo e deixe ele te sustentar enquanto você escreve o novo.
O que você manda em caixa
Receba o pedido no Telegram e poste a encomenda. O endereço e o frete até onde a pessoa mora chegam junto com o pedido — sem formulários, sem planilhas.
Licenças, senhas, ingressos, peças, encomendas sob medida, tiragens pequenas, café por quilo: se dava para entregar na mão, dá para vender assim.
Queria mesmo era uma vitrine para as pessoas olharem? Loja ou paywall — qual você precisa.
O que o seu comprador vê
Três toques, do começo ao fim.
Sem conta, sem instalar nada, e sem sair do Telegram nenhuma vez. É só isso.
t.me/+PremiumRoom_x9k2
O que você faz
Três comandos do Telegram. O produto é esse.
/sell /settings /api — esses três, e pronto.
Dois comandos para dois passos, e quase sempre você vai usar só o primeiro. Nada para instalar e nenhum painel para aprender.
/sell
Dar preço a alguma coisa
Dois campos: o que o comprador recebe e quanto custa. Nem o nome você precisa pensar — ele sai do que você colou. Aparece um link, e link vai para onde link vai.
- Níveis com preço próprio
- O próximo num toque
- Se forem algumas dezenas, uma planilha
- Cada pedido e o total de qualquer dia
Dois campos, uma tela. Toque abaixo.
/settings
Como fica e como cobra
Onde o dinheiro cai, o seu logo, a sua cor, claro ou escuro, em que língua a página fala, e que dados do comprador você pede: cada campo desligado, opcional ou obrigatório.
- Domínio seu, de graça
- Frete com preço por região
- USDC, USDT e cartão, cada um separado
Dinheiro: pronto
Cor: índigo
Fundo: claro
Logo: posto
Idioma da página: o do comprador
Onde ela mora: seu próprio domínio
Toque no que quiser mudar.11:06
Uma tag script e um atributo, reaproveitável na página inteira. Sem SDK, sem webhook, nada para sincronizar. E se preferir não encostar em nada disso, os dois comandos da outra aba funcionam igualzinho.
/api
Botar a tranca dentro do seu app
Uma tag script e uma marca no que é pago. Essa marca pode ser usada quantas vezes você quiser na mesma página: várias seções trancadas, ou vários níveis lado a lado. Um pagamento abre todas as cópias com aquele nome, e o script preenche sozinho nome e preço a partir do que você pôs à venda — então a página não tem como mostrar o número errado.
- Sua chave pode ser publicada
- Se preferir perguntar você mesmo, uma chamada HTTP
- Vários níveis numa página
- Sem SDK, sem webhook, nada para sincronizar
Não tem código para escrever: já está escrito.
Duas coisas para copiar e colar, nada para configurar. Toque abaixo; cada uma tem seu botão de copiar.
GET /api/v1/access?key=pk_…&sku=premium&tg=823119044
{ "paid": true, "at": "2026-09-23" }Por que dá menos trabalho
A parte que os outros deixam para você.
Um paywall — um muro de pagamento — é a tranca que fica entre um desconhecido e o que você vende, até ele pagar. O que cansa num paywall nunca foi a tranca: é tudo o que vem depois do pagamento — conferir se ele foi real, descobrir de quem era, e fazer a coisa chegar. Essa parte aqui já está feita.
Cobrar nunca foi o difícil. O que come uma semana vem depois: conferir se o pagamento é real, saber de quem era, lembrar amanhã, e entregar. Aqui nada disso existe, porque tudo acontece na mesma conversa do Telegram e a entrega anda sozinha.
Do jeito que costuma ser
Com a TrueTransfer
Do jeito que costuma ser
Com a TrueTransfer
/sell para um bot do Telegram. Não há o que aprovar.Do jeito que costuma ser
Com a TrueTransfer
Do jeito que costuma ser
Com a TrueTransfer
Do jeito que costuma ser
Com a TrueTransfer
Do jeito que costuma ser
Com a TrueTransfer
Do jeito que costuma ser
Com a TrueTransfer
Do jeito que costuma ser
Com a TrueTransfer
A TrueTransfer nunca segura esse dinheiro e não fornece, não guarda nem envia o que você vende. O pagamento cai na sua carteira, e o que sai é a sua própria mensagem. A única coisa automática é a hora.
Quanto custa
Nada até você vender algo.
Sai da venda, então o que nunca vende nunca custa nada só por estar anunciado.
Só quando a moeda com que pagaram não é a que você quer receber. Se aceitar a mesma, isso nunca aparece.
Seu comprador paga dentro do Telegram, o dinheiro passa por um cofre criado só para aquela venda e pousa na sua carteira. Não temos como segurar, gastar nem congelar.
Respostas diretas
O que mais perguntam.
Preciso entender de tecnologia?
Não. Você manda /sell para o bot, cola o que o comprador vai receber e digita um preço. O trabalho é esse. O link que volta funciona onde link funciona.
Na prática, como o comprador paga?
Ele toca no link, vê o preço na moeda dele e paga com USDC na Polygon ou USDT na TON. Se não tiver carteira, o botão de cartão leva ele até lá. Assim que confirma, sai o que você deixou pronto.
Vocês seguram o meu dinheiro?
Nunca. Cada venda entra num cofre criado só para ela, e esse cofre só consegue liberar para a carteira que você configurou. Não temos em lugar nenhum onde guardar.
E se eu vender várias coisas com preços diferentes?
Você roda o /sell uma vez para cada. Quem programa marca pelo nome — data-tt="gold", data-tt="silver" — e a página põe cada preço sozinha.
Preciso entregar meus clientes a vocês?
Não. Você decide o que é coletado — nome, Telegram, e-mail, telefone, endereço, uma observação — e cada campo pode ficar desligado, opcional ou obrigatório. Também pode não coletar nada. O que é coletado é seu.
Consigo ver o que vendi?
Consegue. Cada pedido cai na sua conversa, e a tela da loja lista todos com os dados que você pediu. Escolha um dia qualquer: ela diz quanto entrou e quantos pedidos foram.
Onde a página fica de verdade?
Três opções, em /settings → onde ela mora. No seu Telegram, de graça: um link t.me que abre na hora para qualquer um. No seu próprio domínio, de graça: um registro DNS e o endereço vira shop.seunome.com.br. Ou no truetransfer.is, 99 dólares por ano: abre em qualquer navegador e o Google acha; como sai no nosso nome, a gente lê antes o que você vende.
O que eu não posso vender?
São três respostas, não uma. Uma lista bem curta — armas, drogas, falsificações, serviços sexuais — é ilegal em quase todo lugar e nunca recebe link de cobrança. Uma segunda lista é legal num lugar e não em outro: esses anúncios são lidos por uma pessoa, em geral no mesmo dia, e dê no que der a gente te avisa em vez de deixar você adivinhando. Todo o resto passa direto. As duas listas estão nos termos, e olhamos tanto o que você escreve quanto o ramo que você declarou.
Dois passos. Comece agora.
Dois campos numa conversa do Telegram e depois você compartilha o link. Um minuto, e não custa nada até você vender algo.